Elos Libertadores, Ou Aprisionadores Do “Si Ser” De Cada Um.
A mente humana é a maior e mais poderosa indústria de mundos virtuais vivenciáveis individualmente por imagens. Uma peculiaridade inata universal entre os humanos que há Séculos vem sendo preterida, vem sendo mal entendida, sequer explicada levemente em seus processos nas escolas e quase completamente mal administrada segundo se vê os resultados de vivências nos canais de comunicação televisivos, a todos momentos presente revelada por pessoas de todas as classes e de todos os níveis de escolaridades conquistados, os quais em determinadas condições emocionais, até mesmo os de níveis superiores tem servido incríveis, para nada.
Não cabe em mim, nem em minha mente entra a idéia de que alguém não sabe o que quer fazer, não sabe explicar por que faz isto, ou aquilo a outro ser, no mais das vezes, ao planejar sob a regência de vivencias de imagens e alinhá-las no sentido de anular as oportunidades desta, ou daquela pessoa, a sua vida viver, ao usar facas, revolveres e outros tipos de armas letais para produzir pressão psicológica ao expressar publicamente as suas pobres mentais estampagens.
A faculdade de produzir imagens é a única ferramenta com que o cérebro induz a mente a exercer na produção de qualidades de energias específicas, as quais alimentem deste, ou daquele individuo o viver nos mundos sociais, no qual esteja ele inserido e que leva este ou aquele grupo a internalizar idéias pessoais de que tem nele uma pessoa equilibrada, bem intencionada e que quer ser bem querido.
A fissura da competência está, não mais no passar do tempo, depois de comprovada o seu estilo em diversos níveis de movimento, mas na idéia de se realizar “a toque de caixa”. Está igualmente na idéia imaginativa de um querer ser visto do jeito que perfilou suas imagens internas de forma combativa que nem sempre se encaixa.
E alheio à incompetência do controle das suas imagens, que certeiramente vão fazê-lo passar por situações de cabotinagens como tem sido de praxe, esta, ou aquela pessoa nelas envolvida, ilusoriamente quer por todos os meios geralmente, dar curvas aos efeitos de pensar de sua mente, de maneira que em cada passo bem se encaixe.
Um processo deste envolve certas habilidades e de algum universo específico conhecimentos. Embora, sob o ângulo do meu parecer, conhecimentos sobre o hábito de viver em tormentos e tonto, uma vez que todo mundo sabe o que está pensando e fazendo, até certo ponto.
O caboclo na voz do João Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas já dizia: “Passarinho quando debruça é porque o vôo já está pronto”.
O vôo da humanidade para o Bem, ou para o Mal tem sua força propulsora dentro de cada um, da individual intimidade, no jeito que este, ou aquele alguém absorve, seleciona e reproduz as imagens que gosta de conviver, segundo o nível de crença, no ângulo dos conhecimentos que os faz a alguma coisa a distancia ver e cujas funções são, ao dono devolver com prazer e satisfação, o seu habito de pensar com, ou sem qualquer verificação de como esta, ou aquela atitude vai influenciar aos seu redor, a população.
Pois este, ou aquele conhecimento BOM, ou RUIM que depois de se tornar hábitos, o subconsciente entende por educação e assume a execução mesmo que os resultados sejam deploráveis, por força dos dados nele compactados, enfim.
As características de composição de uma, ou mais mentais imagens em ação, são o que se entende por REALIDADE, a qual na verdade não cria trejeitos nem efeitos sequer, de sensibilidade. O que é real é real, mas apenas para um alguém. Não o é, necessariamente para alguns outros também. Porque estes podem não fazer parte da historia desta compilação imaginativa de individualidade, que acaba por força de circunstancias poucas inteligentes num efeito bumerangue de afetação, a uma específica humana sociedade.
Nem sempre uma imagem vale mais do que mil palavras em algum sistema informado. Porque uma imagem por si só não revela uma historia. Uma seqüência sim. Mesmo que de dois, ou três quadros revele uma contextualidade. Diferente disso. Uma imagem é apenas um dado. E agora o que mais se vê são pessoas influenciadas por apenas “um dado” sem considerar outros adjacentes, se lançar ao mundo da criminalidade e dá cabo de vidas de pessoas inocentes.
Nenhum de nós conhece em qualquer processo mental de cima para baixo perpendicular, ou da esquerda para direita horizontal “zeros e uns” em rosários imenso situacionais informativos de momentos alegres, ou aflitivos. Mas quaisquer “alguens” em todos os virtuais mundos e até mesmo nos mundos vagamundos, tais elementos sabem que a imagem como condição humana fere de um golpe só. E isto acontece também em quaisquer níveis teosóficos em busca de compatíveis pranas filosóficos.
Imagem é imagem. É a mente viva, ativa em qualquer passagem. Por isso com o seu recipiente, a mente não se brinca. É no poder da própria mente que ela mente imagens, confunde o cérebro, força seus protagonistas não querer transparecer sua real intimidade e por isso acaba os conduzindo a níveis mentais de pouca racionalidade, enquanto transforma vidas maravilhosas que poderia produzir aspectos sustentáveis em exemplos bons admiráveis e conduz por assim dizer, tais pessoas aos piores momentos de uma existência viver longe dos conhecimentos racionais, os quais produz por toda uma vida equilibrada imensos feixes de luz. Porque:
NO QUE SE PENSA NA MENTE, SE CRER E NO QUE SE CRER NAS PROFUNDEZAS DESTE RECIPIENTE ACONTECERÁ, NO DE CADA UM, O VIVER.
Não porque, uma suposta força superior intervirá, mas porque é desta maneira, e com esta maneira que estas, ou aquelas imagens se constituem em campos magnéticos de atração, ou de repulsão que revelam reais e virtuais identidades FALSAS, OU VERDADEIRAS de quaisquer personagens pelos seus estilos adotados de educação.
É de minha opinião que a falta de orientação sobre o poder e as conseqüências do que está acima escrito e regido pela mente, mesmo aos portadores das mesmas e de cérebros afeitos à racionalidade termina por enfraquecer seus recursos de domínio de sensibilidade sobre Si mesmo, diante de certas circunstancias pessoais vividas tão somente sob o poder nefasto de algumas ondas telúricas negativamente em sua intimidade bem acolhidas.
Esta declaração textual sintetiza o ponto de equilíbrio real onde se situa a possibilidade a níveis de realidade, na Linha do Bom Senso de “Si Ser” e de vivê-lo nas suas profundas raízes de Simplicidade com absoluta crença apenas em seus talentos como ferramentas de criação de sustentáveis realidades.
O que realmente acontece suponho, com o pensar humano sem vistoriar freqüentemente a qualidade de suas tão persistentes imagens de ”Si Ser” no seu subconsciente é que ele entra na cena do crime imaginado com toda a emoção de suas mágoas nestas imagens estampadas, de seus traumas e dos seus objetivos macabros de realização pessoal por vingança, por doentio amor e por “paixão recolhida”, como se diz no interior que mais parece o centro do ciclone de desesperança.
O que o ser humano precisa ter em consciência é que este Código de Condição Humana –A Imagem- É a única ferramenta de crescimento e de desenvolvimento pessoal em sociedades. Não obstante, também é nos desequilibrados, o instrumento de afundamento, de aprisionamento intencional na compilação da própria intimidade que produzirá esdrúxulas realidades.
Só mesmo o desprendimento material, revelador do poder pessoal sensorial que não deixa seu portador se ferir, ou sentir perdas e danos, poderá sustentar a maravilhosa posição de Si Ser racional no mundo animal como Seres Humanos.
QUE FAZER NO 10º PASSO?
10.1. Estar sempre alerta de que: Quando o corpo estiver sendo influenciado por algum tipo de emoção, ela esta sendo impulsionada por seqüências de imagens antes admitidas, aceitas e adotadas na cíclica viagem da consciência. A mente influencia o corpo e o corpo retorna a influencia à mente com prazer e satisfação, o que se torna um qualquer sentimento, daquilo que se perfilou por imagens para vivenciá-las no seu mundo íntimo independente de qualquer situação.
10.2. Não perder o senso critico sobre “Si” mesmo, da razão. Uma vez que todos os modelos, paradigmas, arquétipos, etc, etc, fora de padrões educacionais científicos de reconhecimento, sustentáveis do potencial pessoal no que tange a sonhos e um empolgante ideal embasados essencialmente em princípios de relacionamento respeitoso admiráveis à esta força interior cognitiva, de maneira que não se extrapole os limites da sanidade estão se mostrando fragilizados, sem controles pessoais administrativos sobre as imagens mentais responsáveis pela emoção corroborada pelos sistemas sensitivos.
10.3. Nunca esquecer que: O cérebro, este centro nervoso pessoal de operações emocionais trabalha com freqüência de ondas que caracterizam a qualidade deste ou daquele mundo íntimo essencial. E este mundo íntimo de cada qual tem seus direitos assegurado à Liberdade de proceder conforme as imagens que tenha admitido para produzir uma realidade mutacional com prazer, desde que não seja um atentado a própria vida e uma ameaça a oportunidade de outros viver.
A falta de entendimento deste fenômeno sob o ângulo do “ao meu ver” é que tem levado muitas pessoas a cometer e sofrer golpes letais que lhes tiram a vida por rejeitar sentimentos já fora da freqüência ondulatória do Si Ser um animal racional para aceitar o querer de outros expresso na idéia de que seja este, ou aquele ser um objeto de particular satisfação mortal.
10.4. Em qualquer ameaça deste tipo este, ou aquele alguém acuado para aceitar este, ou aquele individuo e seus sentimentos trogloditas, a melhor atitude é: dirigir-se a mais próxima delegacia e fazer um Boletim de Ocorrência, de maneira a evitar futuras desditas.
Ninguém é propriedade de ninguém e por esta razão não está obrigado/a a aceitar sob quaisquer condições, desta, ou daquela pessoa sentimentais imposições.
10.5. Saber que: Expectativas são fixadores de imagens para formação de alguma realidade. Todavia, aliada descontroladamente à Ansiedades pode trazer ao mundo íntimo transtornos, os quais antes de serem tratados por algum profissional da área pode causar aspectos equivocados na vida de quaisquer destes desequilibrados.
10.6. Não se devem arranjar desculpas para si mesmo, quando sentir algum desarranjo, alguma trinca mental. Procure um médico imediatamente. A força de qualquer realidade, quando mal compilada assemelha-se à Lei de Gravidade. Empurra para fora do centro de equilíbrio desta, ou aquela pessoa aproveitadora de qualquer oportunidade para satisfazer a sua vaidade, qualquer senso critico da razão e sem observação das conseqüências que, como realidades virão, quando dá por si está normalmente por trás de grades de alguma prisão.
10.7. Não permita que quaisquer hipnoses ideológicas lhe afaste de conhecimentos científicos, os quais fundamentarão seus sonhos e ideais por educação. Estamos em pleno Século XXI e já não mais existem mistérios insolúveis, indecifráveis nos Universos, até onde as tecnologias sensoriais se estabeleceram e trazem imagens nítidas para que a historia redimensione os seus versos e reversos para a conquista racional nos moldes do respeito a Si mesmo e aos outros segundo os Códigos dos Direitos Civis impressos.
10.8. O desequilíbrio no compilar imagens está se constituindo numa sintomatologia de irracionalidade sem precedente na historia e na prática de humanidades. E a pior delas é a INSEGURANÇA com que se está vivendo em todas e quaisquer pequenas ou grandes cidades.
10.9. Os Poderes Públicos da Segurança Social não tem tido descanso na coibição deste mal estar, que só vai um dia se estagnar, quando a população sentir no intimo de sua compreensão que é preciso educacionalmente se redimensionar....
....Só ainda existe trafico de drogas porque há multidões que ainda a querem experimentar.
....Só existem roubos de objetos e bens móveis duráveis, por que existem ainda quem os receptam para ter lucros de maneiras questionáveis.
....Só existem estas ensandecidas buscas por satisfações pessoais por que o conhecimento profundo de bons procedimentos foi preterido por imagens comprometedoras irreais nos centros de entendimentos, as quais acabam sendo de péssimos sentimentos sociais formadoras.

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